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Bankmanager

Profissional analisando dados de conciliação bancária e reforma tributária em tela de realidade aumentada no escritório
Análise de impactos da Reforma Tributária nas rotinas de conciliação bancária

Como a Reforma Tributária Vai Impactar a Conciliação Bancária 

A Reforma Tributária está movimentando o cenário empresarial brasileiro e traz impactos que vão muito além da contabilidade. Com a implementação do IVA dual e a extinção de tributos como PIS, Cofins, IPI e ICMS, empresas precisarão reestruturar rotinas internas — e a área financeira será uma das mais afetadas.

Neste artigo, explicamos como a Reforma Tributária pode impactar a conciliação bancária, o fluxo de caixa e a integração com ERPs, além de apontar caminhos para automatizar e reduzir riscos nesse novo cenário.

O que muda com a Reforma Tributária?

Com a aprovação da PEC 45/2019 e os debates em torno das leis complementares, o Brasil caminha para substituir cinco tributos por dois:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – âmbito federal

  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) – âmbito estadual e municipal

Além disso, os impostos serão não cumulativos e aplicados por fora, o que muda a forma como os valores são exibidos em notas fiscais, extratos e sistemas financeiros.

Como isso afeta a conciliação bancária?

A conciliação bancária exige que os lançamentos do extrato batam com os registros internos da empresa. Com a reforma, algumas mudanças impactam diretamente esse processo:

1. Novos códigos e layouts nos extratos e nos ERPs

Os bancos e os sistemas precisarão se adaptar a novos layouts fiscais e classificações. Isso pode gerar ruídos temporários na conciliação automática.

2. Mudança no reconhecimento de receitas

Com a adoção do IVA, o momento de incidência do tributo pode mudar, afetando a previsão e o controle do fluxo de caixa.

3. Maior necessidade de integração bancária

Para manter a conciliação ágil e precisa, será essencial integrar sistemas bancários e ERPs de forma mais robusta, com plataformas que atualizam dados automaticamente.

Gestão de Caixa: o que esperar?

A nova estrutura tributária pode gerar efeitos como:

  • Variação temporária no saldo de caixa, com reflexos nos recebimentos e pagamentos por conta de ajustes fiscais;

  • Mais atenção ao DRE gerencial, já que mudanças no imposto influenciam indicadores como margem e EBITDA;

  • Necessidade de planejamento de curto e médio prazo mais refinado, diante de um cenário ainda em transição.

Como se preparar?

Para minimizar riscos, sua empresa pode:

  1. Automatizar a conciliação bancária com ferramentas integradas a múltiplos bancos e ERPs;

  2. Acompanhar mudanças legislativas e contar com parceiros tecnológicos que se antecipem aos ajustes fiscais;

  3. Consolidar dados financeiros em painéis únicos, reduzindo retrabalho e erros de digitação;

  4. Realizar simulações de fluxo de caixa considerando diferentes cenários de alíquota e recolhimento de impostos.

Como o BankManager pode ajudar?

O BankManager permite consolidação automática de extratos, integração com ERPs e categorização inteligente de transações. Com ele, sua empresa ganha agilidade para enfrentar as mudanças da Reforma Tributária, mantendo o controle total do caixa mesmo em cenários complexos.

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Por: Redator Finnet

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